TIMOR LESTE INTENSIFICA A DIFUSÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA

TIMOR LESTE INTENSIFICA A DIFUSÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA

Timor Leste intensifica a difusão da Língua Portuguesa

A Língua portuguesa foi a língua de resistência de Timor Leste durante os 25 anos de ocupação do país pela Indonésia (1975-1999). Assim, é com prazer que os timorenses voltam ao convívio da lusofonia e ao reforço da língua portuguesa no país, para que as novas gerações a possam falar correctamente – explica o P. João Piedade, jesuíta timorense. Ele participou recentemente, em Dili, na III Conferência Internacional sobre o “Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial”.

Em entrevista à nossa Emissora fala desse encontro e da situação linguística hoje em Timor Leste onde, depois da independência em Maio de 2002, se tem feito muito do ponto de vista da estabilidade política e económica, mas falta, entre outras coisas, segundo o P. João,  intensificar a promoção da língua portuguesa.

GLENO, CIDADE DE TIMOR LESTE

Gleno

Gleno - cidade de Timor-Leste, 58 km a sudoeste de Díli, a capital do país. Gleno é a capital do distrito de Ermera. É o centro comercial do distrito. O Subdistrito de Ermera possui 33.262 habitantes, mas a cidade de Gleno possui apenas 8 133 habitantes . 

Gleno se localiza no suco de Riheu, a duas horas de carro de Díli. Em linha reta, a distância entre a capital do país e Gleno é de 25 km, mas como há uma cadeia de montanhas no caminho, a distância duplica. No início de 1979, cerca de cem homens do exército indonésio de ocupação da antiga capital de distrito de Ermera e do suco de Ponilala vieram ao lugar onde hoje está a cidade de Gleno. Os militares indonésios forçaram os homens a limpar a área anteriormente desabitada, e em um campo limpo a nova cidade foi construída. Houve uma série de trabalhos forçados para a construção da cidade, e muitos trabalhadores que adoeciam eram mortos pelos soldados. A construção da cidade foi terminada em 1983, ainda com os militares no poder. As famílias dos operários foram também forçadas a mudar para Gleno. Por falta de serviços básicos, houve muitas mortes por fome. Até 1985, os moradores não podiam foram autorizados a circular livremente pela cidade. 3 Gleno sofreu muito durante os tumultos que aconteceram antes e depois do referendo da independência em 1999. Houve danos graves. 4 Também ali aconteceu o incidente mais grave do país durante a votação. Alemães observadores eleitorais relataram que milicianos pró-indonésios dispararam para o ar e atiraram pedras contra os eleitores. Duas pessoas ficaram feridas.

AINARO, CIDADE DE TIMOR-LESTE

Ainaro

Ainaro 

Ainaro é uma cidade e uma suco de Timor-Leste, 78 km a sul de Díli, a capital do país. A cidade de Ainaro tem 14 mil habitantes, é capital do subdistrito e distrito do mesmo nome, e foi a terra natal do célebre régulo D. Aleixo. 

Durante a ocupação que durou de 1975 a 1999, Ainaro serviu de aquartelamento a um importante contingente militar indonésio que, apoiado pelas milícias pró-integração, nos meses que antecederam e se seguiram ao referendo de 30 de Agosto de 1999 que conduziu o país à independência, provocou a destruição de mais de 95% dos edifícios da cidade. 

A cidade de Ainaro, em conjunto com as sucos vizinhas de Cassa, Manutaci, Mau-Ulo, Mau-Nuno, Soro e Suro-Craic, constitui o subdistrito do mesmo nome. Os seus principais recursos são o café e o sândalo. Ainaro é hoje uma comunidade pacífica onde católicos, protestantes e muçulmanos vivem lado a lado em paz.

BAUCAU (BAUKAU) É A SEGUNDA MAIOR CIDADE TIMOR-LESTE

Baucau

Baucau (Baukau) é a segunda maior cidade Timor-Leste, logo após Díli, a capital, da qual dista 122 km.

Baucau tem cerca de 16 mil habitantes, é sede do distrito do mesmo nome, localizado na zona oriental do país, e de um dos dois bispados de Timor-Leste. A Diocese de Baucau, criada em 30 de Novembro de 1996 por desmembramento da Diocese de Díli, tem à sua frente o bispo D. Basílio do Nascimento.

Nos tempos da colonização portuguesa Baucau chegou a chamar-se Vila Salazar.

A 6 km da cidade de Baucau fica o maior aeroporto internacional de Timor-Leste (código da IATA: NCH).

Tal como noutros pontos de Timor-Leste, muitas das infra-estruturas da cidade e dos arredores foram destruídas ou gravemente danificadas durante os motins que se seguiram ao referendo pela independência em 1999.

A parte antiga de Baucau, construída em torno de uma nascente, mantém fortes traços do período português na forma de grandes casas coloniais, igrejas e edifícios públicos. Um número apreciável de belos edifícios coloniais sobreviveu em até aos nossos dias. Entre eles merece destaque a Pousada de Baucau, edifício cor-de-rosa, talvez o único hotel de charme do país, com um óptimo restaurante e uma magnífica vista sobre o mar.

As lojas, os restaurantes e o imponente Mercado Municipal de Baucau fazem negócio, apesar do desemprego, particularmente de jovens, ser muito alto. Existem algumas experiências com sucesso na reconversão de antigos guerrilheiros para empregos na indústria ligeira. Há planos para desenvolver o artesanato e um leque alargado de micro-empresas nas áreas da higiene e saúde, produção e processamento de alimentos, transportes, pequeno retalho e turismo.

AILEU - CIDADE DE TIMOR-LESTE

Aileu

Aileu é uma cidade de Timor-Leste, 47 km a sul de Díli, a capital do país. A cidade de Aileu tem 17.326 habitantes e é capital do distrito do mesmo nome. Quando Timor era província ultramarina portuguesa, Aileu era conhecida como Vila General Carmona.

Geografia

CityGlobe